SILÊNCIO E DEGRADAÇÃO: OS EFEITOS COGNITIVOS DA EXPOSIÇÃO DIGITAL EM CRIANÇAS

Autores

  • José Augusto Freire de Souza Acadêmico | Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • Thais de Oliveira Pinto Correia Acadêmica | Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • Natália Malavasi Vallejo Coorientadora | Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • Adriana Cristina Dutra Capila Orientadora Médica | Afya Centro Universitário de Ji-Paraná

Palavras-chave:

Cognição, Desenvolvimento infantil, Neurodesenvolvimento, Tempo de tela

Resumo

O presente estudo tem como objetivo analisar o impacto do consumo desregrado de conteúdos digitais na infância sobre o desenvolvimento do sistema nervoso central. A pesquisa, de natureza qualitativa e caráter de revisão sistemática, foi conduzida com base em artigos publicados entre 2020 e 2025 nas bases PubMed, LILACS e SciELO. Os resultados indicam que exposições superiores a duas horas diárias estão associadas a déficits cognitivos, linguísticos, motores e socioemocionais em crianças, com evidências de alterações estruturais no cérebro detectadas por estudos de neuroimagem. O uso precoce e excessivo de telas compromete o desenvolvimento neuropsicomotor global, sendo os efeitos mais acentuados em contextos de vulnerabilidade social. Conclui-se que a supervisão parental ativa, a co-visualização e a priorização de conteúdos educativos são estratégias essenciais para mitigar os impactos negativos do uso de mídias digitais na infância.

Acesso ao Repositório Institucional: PDF

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Publicado

2026-02-07

Edição

Seção

TCC - Curso de Medicina