Avaliação das limitações de hemoglobina glicada no monitoramento do Diabetes mellitus tipo II: Revisão Integrativa
Palavras-chave:
Albumina Glicada, Frutosamina, Hemoglobina Glicada, Monitorização Contínua da GlicoseResumo
O Diabetes Mellitus Tipo 2 (DM2) apresenta crescimento expressivo mundialmente, exigindo estratégias precisas de monitoramento glicêmico. A hemoglobina glicada (HbA1c) permanece como principal marcador de médio prazo; contudo, evidências demonstram limitações importantes em condições que alteram a sobrevida eritrocitária, como anemias, doença renal crônica e hemoglobinopatias, além de interferências genéticas, farmacológicas e analíticas. Tais fatores podem superestimar ou subestimar o controle glicêmico, comprometendo decisões terapêuticas. Esta revisão integrativa analisou publicações de 2009 a 2024 para identificar limitações da HbA1c e métodos complementares. Os achados indicam que frutosamina, albumina glicada e monitorização contínua da glicose (CGM) oferecem maior acurácia em cenários de interferência hematológica, permitindo avaliação de curto prazo e ajustes terapêuticos mais seguros. Conclui-se que a integração entre HbA1c, marcadores alternativos e tecnologias de monitoramento é essencial para abordagem individualizada, reduzindo vieses e aprimorando a precisão clínica no acompanhamento do DM2.
Palavras-chave: Albumina Glicada, Frutosamina, Hemoglobina Glicada, Monitorização Contínua da Glicose.