Avaliação das limitações de hemoglobina glicada no monitoramento do Diabetes mellitus tipo II: Revisão Integrativa

Autores

  • Ana Flávia Wille da Silva Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • João Lucas Celestrini Pêgo Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • Jerônimo Vieira Dantas Filho Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • Rosineide Vieira Gois Afya Centro Universitário de Ji-Paraná

Palavras-chave:

Albumina Glicada, Frutosamina, Hemoglobina Glicada, Monitorização Contínua da Glicose

Resumo

O Diabetes Mellitus Tipo 2 (DM2) apresenta crescimento expressivo mundialmente, exigindo estratégias precisas de monitoramento glicêmico. A hemoglobina glicada (HbA1c) permanece como principal marcador de médio prazo; contudo, evidências demonstram limitações importantes em condições que alteram a sobrevida eritrocitária, como anemias, doença renal crônica e hemoglobinopatias, além de interferências genéticas, farmacológicas e analíticas. Tais fatores podem superestimar ou subestimar o controle glicêmico, comprometendo decisões terapêuticas. Esta revisão integrativa analisou publicações de 2009 a 2024 para identificar limitações da HbA1c e métodos complementares. Os achados indicam que frutosamina, albumina glicada e monitorização contínua da glicose (CGM) oferecem maior acurácia em cenários de interferência hematológica, permitindo avaliação de curto prazo e ajustes terapêuticos mais seguros. Conclui-se que a integração entre HbA1c, marcadores alternativos e tecnologias de monitoramento é essencial para abordagem individualizada, reduzindo vieses e aprimorando a precisão clínica no acompanhamento do DM2. 

Palavras-chave: Albumina Glicada, Frutosamina, Hemoglobina Glicada, Monitorização Contínua da Glicose. 

Biografia do Autor

Jerônimo Vieira Dantas Filho, Afya Centro Universitário de Ji-Paraná

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Publicado

2026-03-26