Do tatame à vida: Luta, Autoconhecimento e Respeito

Autores

  • Camily Victória Almeida Cortês Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • Felipe Durães de Matos Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • Leandro Leite Viana Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • Luana Frisso Oliosi Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • Matheus Rates de Souza Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • Millena Ribeiro Costa Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • Natália Janes da Silva Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • Paulo Vinicios de Oliveira Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • Salatiel Bernardo de Alencar Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • Taís Montanaro Batista tais Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • Thais Cristina Ferreira Dos Santos Afya Centro Universitário de Ji-Paraná
  • Alisson Henrique Gonçalves Rosário Afya Centro Universitário de Ji-Paraná

Resumo

O presente relato de experiência analisa os impactos pedagógicos, sociais e emocionais de um projeto de extensão que utilizou artes marciais como ferramenta educativa para crianças do ensino fundamental. Diante do aumento do sedentarismo infantil e da falta de iniciativas que integrem atividade física, valores éticos e desenvolvimento socioemocional, o projeto “Do Tatame à Vida: Luta, Autoconhecimento e Respeito” foi desenvolvido na Escola Municipal Professor Almir Zandonadi, em Ji-Paraná/RO, envolvendo aproximadamente 120 crianças entre 8 e 11 anos. As oficinas de Karatê e Jiu-Jitsu foram conduzidas com enfoque não competitivo, valorizando o respeito, o autocontrole, a cooperação e a disciplina. Os resultados evidenciaram alto engajamento dos participantes, melhoria na interação social e maior compreensão sobre atitudes éticas dentro e fora do ambiente escolar. As crianças demonstraram entusiasmo pela prática esportiva e refletiram sobre a importância do movimento corporal para a saúde. Além disso, observou-se que as artes marciais funcionaram como um espaço de aprendizagem significativa, favorecendo tanto o desenvolvimento físico quanto o emocional. Conclui-se que práticas corporais orientadas por princípios educativos podem contribuir para a formação integral, reforçando valores e incentivando hábitos saudáveis, sendo recomendada sua continuidade em ações permanentes no contexto escolar.

Palavras-chave: Artes marciais, Educação integral, Saúde infantil

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Publicado

2025-11-10

Edição

Seção

Relato de Experiência